Capítulo Treze:
- Manu- Disse Luiza, sorrindo cruelmente- Sabemos que você
não ganhou honestamente. A mortinha escolheu primeiro. Você ficou com o que restava.
O que acha de provar que pode ganhar? As meninas entram no jogo, e você tenta
ganhar delas. Ou morre agora!
- Adorei- Sabrina aplaudiu e depois riu- Temos fases
preparadas!
Rafaela apertou a mão de Dani nessa hora. Ela não podia
deixar que Dani participasse, os jogos, agora, eram apenas para captura-la, e
essa chance não seria entregue tão facilmente.
Fora Dani que as levara até ali, o tal barulho que ela tinha
escutado, era a trilha que Eduarda estava percorrendo. As meninas foram atrás.
- Corra.- Disse Rafaela para Dani- Corra o mais rápido
possível. Shavanna, pode acompanha-la? – Rafaela sussurrava e abraçava Dani.
- Posso- Disse Shavanna. Dani e ela se ocultaram ainda mais
no muro. Elas puxaram Lu.
De repente, Rafaela e Maju estavam flutuando, assim como
Eduarda. Rafaela olhou de relance para o muro, e viu Dani, Shavanna e Lu
correndo, saindo dali. Elas estavam salvas, por enquanto...
- Que tal mais algumas rodadas? Vamos meninas, entrem!-
Sabrina fez com que as quatro meninas voassem para dentro da casa.
Elas estavam em um quarto escuro, com apenas uma luz fraca
acesa. Uma mesa com quatro armas estava a sua frente. Injusto. Pensou Rafaela.
Todas as outras já haviam jogado antes, menos ela.
Escolham uma arma!
Hahahah!- Era a voz maligna de Luiza.
Rafaela pegou um grampo, Maju já havia pegado o martelo.
Manu pegou a chave de fenda e Eduarda uma marreta.
Todas correram para a porta. Rafaela foi tentar abri-la com
seu grampo, mas era tarde de mais. Ela só percebeu na hora que as meninas
tinham conseguido sair. E ela não.
Então, Sabrina e Luiza apareceram. A ficha demorou para cair.
Elas estavam tão diferentes... Vestiam preto e eram dark, como góticas, mas
eram sombrias mesmo. E não tinham medo de cravar a faca no peito de alguém.
- Oh, maninha!- Disse Sabrina- Sabia que não aguentaria
muito tempo, sabia que ia se juntar a nós!
- Cadê a Dani? Não acredito que você a ajudou a fugir- Disse
Luiza- Ah, com o tempo as coisas passam, ainda mais se você ajudar direitinho
nos jogos, tenho um plano perfeito para você!
- Nada disso!- Gritou Rafaela, ela começou a se sacudir e
caiu no chão- Não vou me juntar a vocês, nunca! Olhem para si mesmas! Olhem o
que viraram!- Rafaela olhou em volta. Ela conhecia o quarto. Já dormira ali
antes, quando Heloísa estava dando uma limpa na casa, ou teriam jogadores ali?
Pouco importava. Esse quarto ficava no segundo andar, mas era na parte do
canto, tinha uma recaída, ficava próximo ao chão, pelo o menos a janela.
Rafaela correu para a janela e pulou. E então caiu na grama. Estava viva.
Dolorida, porém viva. Ela correu o máximo que pode, enquanto podia ver a sombra
de Luiza e Sabrina. Elas estavam se preparando para a semi-final.
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Capítulo Catorze:
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Capítulo Catorze:
Rafaela caminhava calmamente com um sorriso no rosto pela cidade. Aquelas bruxas não tiveram coragem de vir atrás dela, e a próxima prova dos Jogos era daqui a meia hora. Ela já havia ido até o acampamento antigo e procurado as meninas, as barracas estavam ali mas as meninas não, e não havia comida dentro das barracas, então Rafaela supôs que estavam comprando mais comida, caçando ou pescando.
De repente, Rafaela sentiu a enorme vontade de comer um sorvete.Ela estava esperando pelas meninas, mas como elas estavam demorando ela resolveu ir até uma sorveteria.Chegando lá, ela viu que Dani estava parada na frente da maquina de sorvetes.
-Dani! O que você está fazendo aqui? - Ela olhou para Dani, que não piscava, apenas ficava encarando a máquina de sorvetes. Ela já começava a ficar preocupada com Dani,até que a menina soltou um grito e começou a chorar.
- Fique bem, Daninha, nada de mal vai acontecer com você. Acalme-se. - Ela abraçou Dani, que não era muito mais baixa que ela, já que Rafaela era a irmã mais nova, e deu um beijo em sua bochecha. - Onde estão as outras?
- Tive uma visão. - Ela balançou seus pequenos braços. - Eu não lembro o que aconteceu, mas de repente eu acordei naquele porão de novo, e eu fiquei desesperada. Umas três bruxas velhas me ajudaram a sair, e eu fui procurar você, e quando cheguei aqui nessa sorveteria eu fiquei como uma pedra, não consegui me mexer, só ouvir as vozes da Sabrina e da Luiza na minha cabeça, dizendo que eu deveria voltar, que meu lugar é nos jogos, e por isso elas pegaram a Lu e a Shavanna, ela não vai levar as duas para os jogos, e sim as fazer de escravas. - Ela começou a chorar novamente. - A menos que eu vá para os Jogos. É a condição. Elas disseram que não vou morrer, e que me tornarei uma bruxa como elas, e a Lu e a Shavanna ficarão em paz com isso.
-Você não tem que fazer o que elas mandam, Dani. - Rafaela sorriu compreensiva, e Dani pôde perceber que a amiga estava amadurecendo com tudo que estava acontecendo, que tudo a deixava apenas mais forte e não a magoava. - Nós vamos trazer elas de volta. Eu prometo. E você não será uma bruxa nunca.
-Dani! O que você está fazendo aqui? - Ela olhou para Dani, que não piscava, apenas ficava encarando a máquina de sorvetes. Ela já começava a ficar preocupada com Dani,até que a menina soltou um grito e começou a chorar.
- Fique bem, Daninha, nada de mal vai acontecer com você. Acalme-se. - Ela abraçou Dani, que não era muito mais baixa que ela, já que Rafaela era a irmã mais nova, e deu um beijo em sua bochecha. - Onde estão as outras?
- Tive uma visão. - Ela balançou seus pequenos braços. - Eu não lembro o que aconteceu, mas de repente eu acordei naquele porão de novo, e eu fiquei desesperada. Umas três bruxas velhas me ajudaram a sair, e eu fui procurar você, e quando cheguei aqui nessa sorveteria eu fiquei como uma pedra, não consegui me mexer, só ouvir as vozes da Sabrina e da Luiza na minha cabeça, dizendo que eu deveria voltar, que meu lugar é nos jogos, e por isso elas pegaram a Lu e a Shavanna, ela não vai levar as duas para os jogos, e sim as fazer de escravas. - Ela começou a chorar novamente. - A menos que eu vá para os Jogos. É a condição. Elas disseram que não vou morrer, e que me tornarei uma bruxa como elas, e a Lu e a Shavanna ficarão em paz com isso.
-Você não tem que fazer o que elas mandam, Dani. - Rafaela sorriu compreensiva, e Dani pôde perceber que a amiga estava amadurecendo com tudo que estava acontecendo, que tudo a deixava apenas mais forte e não a magoava. - Nós vamos trazer elas de volta. Eu prometo. E você não será uma bruxa nunca.




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