One Summer In Rosewood- Capítulo 6: A Estranha Mais Estranha ( pt 1)


Para conferir o sexto capítulo de One Summer In Rosewood, " A estranha mais estranha pt 1", continue lendo.
O jantar, por difícil que pareça ser, foi a melhor e mais simples parte do meu dia.  A maioria das famílias iria querer jantar juntos, sei lá, deitados, ou na sala, vendo televisão, falando sobre como estavam cansados por causa da viagem e que a casa nova era ótima. Como eu sempre soube, não me encaixo na maioria.
Ter que ouvir minha mãe falando a receita do bife para Byron, escutar o barulho irritante do jogo de Mike, o irmão de Aria, engolir algumas batatas fritas e fitar o bife, além de tentar puxar um papo com Aria foi o ponto alto da noite. Algo de se rir comparado ao que aconteceu depois.
  Quando o jantar acabou, eles foram embora. Eu só queria me jogar no sofá e assistir a uma série policial imaginando que minha vida não era mais ou menos como a da filha da personagem principal. Minha mãe foi para o escritório sem dizer uma palavra além de " Desculpe por ter que informar que Jason voltou na frente de todos, querido, mas eu precisava de algo para contar"  e " Tem maçãs na geladeira". Ela disse que ia dormir tarde, pois faria pesquisas, ligações, pegaria todos os registros, ocorrências, e começaria tudo do zero, eu sabia que ela queria fazer 30% disso hoje. Meu pai, foi dormir.
 Eu, tecnicamente, fui para o meu quarto, oque não significa que eu fiquei lá. Se eu não gostava dessa coisa, eu não deveria estar me envolvendo, mas era justamente por isso. Minha mãe estava se focando nos detalhes errados, até ela erraria isso. Eu precisaria entender nas meninas e saber de suas verdades e de seus falsos antes de saber dos de qualquer um.
  A cidade era pequena, e eu sabia exatamente onde os DiLaurentis moravam. Não me custou quase nada pular alguns metros, cair na garagem e descer até o chão. Caminhei com um casaco de pelos sob os ombros até a casa dos DiLaurentis. Luzes do andar de cima: apagadas. Andar de baixo: Apagadas, acesas? Apagadas de novo. Tinha alguém ali. Cheguei mais perto.
Eu já ouvira falar sobre o irmão de Alison, claro. Era ele o assunto principal do jantar, minha mãe não tinha mais nada para inventar. Ele era bonito, e tinha um corpo definido, gritos. Oque?
" HAHAHAHAHA! Apaga logoo!" Era uma voz feminina, mas não era a de Alison.
Cheguei perto da janela de baixo, pude ver. Não tem a opção desver?
Jason estava fortemente segurando uma loura com cabelos queimados. Parecia um castanho claro, que depois, fora queimado fortemente, com um pouco de spray. Ela tinha olhos grandes e cílios bonitos, além de ter uma voz tentadora. Jason parecia apreciar tudo isso nela. Ele parecia ter descobrido realmente tudo isso nela. E mais.
Por que cheguei nessa hora? Desnecessário ver Jason e sua peguete aos pegues e beijos.
Jeeiiison! Oownt! Eu te amu, taanto! Mentira! Hahah, ah, Jason, vem cá. Por que não subimos? Seus pais não querem me ver quase nua, querem? Ele respondeu algo, ela riu. Os beijos continuaram. Ele a levantou no colo. Por que eu não vou embora mesmo? Alison, é.
Foi durante um dos beijos que a mulher, me viu.
JASOOOOOOOOOOOON! TEM ALGUÉM ALI, ALGUM, ALGUM TARADO OU TARADA, EU FALEI PARA IRMOS LÁ PRA CIMA! AAAAIN- Ela disse. Eu espiei pela outra janela.
- Daisy... Você fica tão fofa com raiva- Jason a abraçou- Esquece isso.- Então agora a namorada tinha nome, interessante. Ela se parecia um pouco com Alison e com uma tal de... Cicy? Cece? Cice? Alguma coisa Drake.
Jason olhou pela janela principal, a qual eu estava antes, e depois na outra. Depois, os dois subiram.
Demorou cerca de dois segundos para eu tropeçar em um alçapão e descobrir o porão DiLaurentis.


Nenhum comentário:

Postar um comentário