Nova fic:One Summer In Rosewood: Capítulo Um.


Como muitos pediram, uma fic de Pretty Little Liars. Então, para ler o primeiro capítulo, é só clicar em mais informações.

One summer in Rosewood- Capítulo Um.

-Mãe- Disse eu, atordoada com o barulho de tira- coisa-bota-coisa- É uma viagem, não precisamos da casa toda.
- Você não conhece o lugar, filha- Ela repreendeu- Tem muitos mistérios lá, e sou eu quem vou resolve-los. Podemos talvez, não passar só um verão.
- Eu tenho algo chamado vida social.
- Existem escolas lá. Existem garotas, existem garotos, existe vida.
- Você mesma disse, tudo ali está envolvido em uma grande bola de problemas e mistérios. Eu não quero me envolver.
- Mas eu quero que se envolva, e eu quero que seja feliz.

Mais uma vez, minha mãe, Mary Line, ganhou a discussão, como sempre. Ela não era apenas uma caçadora-de-mistérios formada, como era a melhor da cidade. Era tão boa que ninguém a conhecia, a não ser que procurasse nas páginas finais de qualquer livro ou site. Ela era desconhecida, e isso era bom para ela, isso a fazia ser a melhor. Se entrosar no meio de todos como quem não quer nada, e conseguir não levantar suspeitas. Eu queria que ela não fosse a melhor, pois sempre que algo não saí como o planejado, ela, e os outros, a culpam a até a morte. Ótimo, Rosewood seria só um problema que ela acharia que consegue resolver, mas não consegue. Ela só vai lá para desenrolar alguns fios desse rolo, mas criar o dobro deles.
 Eu, claro, fazia parte do plano. Tudo havia começado quando Alison DiLaurentis morreu, eu acho. E desde então, todas as adolescentes de lá sentem medo, ou alívio. Nada melhor do que uma adolescente para se juntar a um grupo e descobrir coisas, acontece que eu não sou tão boa em disfarces como minha mãe, e eu também não quero ser desonesta com as garotas. É difícil fazer amizades, e eu não quero quebrar algo que consigo construir. Aqui mesmo, é muito difícil ter amigos.

- Em Rosewood tem praia, mãe?-Perguntei, mas ela já tinha ido. Peguei minha bolsa e coloquei meus óculos. As malas já estavam no carro.
Desci a escada e olhei uma última vez lá para cima. Por quanto tempo eu deixaria isso? É uma coisa que eu não posso determinar, então é melhor não pensar nisso.
Saí de casa, vendo minha mãe guardar comidas para viajem em uma bolsinha ecológica. Entrei no carro e bati a porta com mais força do que eu queria. Arrumei minhas coisas no banco de trás, que agora, eu não tinha que dividir. Meu irmão estava se formando. Deitei-me e vi que tinha uma vista privilegiada da rua.
Minha mãe entrou no carro, e assim a viagem começou.

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